<em>Avante!</em> ajuda desenvolvimento da JCP
A Organização da Juventude Trabalhadora da JCP criou uma estrutura de venda do Avante!. Catarina Guimarães e Pedro Silva falam das estratégias de venda.
«Se concretizarmos esta tarefa, vamos ter frutos e a JCP vai crescer»
Esta é a primeira organização nacional da JCP a criar uma estrutura deste tipo. Como explica o dirigente, «enquadra-se nas orientações traçadas no último Congresso, no esforço de divulgar e vender o Avante! e no reforço da nossa ligação aos locais de trabalho». O objectivo é potenciar uma presença mais regular da JCP nas empresas e fazer com que os militantes e simpatizantes jovens trabalhadores leiam assiduamente o jornal.
«As vendas variam consoante os sítios e a disponibilidade dos colectivos. Nestas semanas, algumas organizações já perceberam que têm capacidade para vender mais jornais. O que salta à vista é que há mais vendas nos locais com mais população e com mais pessoas a vender», explica Catarina Guimarães, responsável nacional pela estrutura.
Pedro Silva, da Direcção da JCP, adianta que «há uma questão determinante: quando a gente vai, a gente vende. Quando nos preparamos para vender, vendemos. No Barreiro, só a organização do ensino secundário vende uma média de 70 Avantes por semana, embora não esteja constituída estrutura de venda.»
Estratégias
Catarina Guimarães e Pedro Silva não hesitam em afirmar que o Avante! facilita o trabalho da JCP. «Em primeiro lugar, é uma maneira de comunicar as nossas ideias», afirma a responsável. Por outro lado, «ajuda a conhecer o “outro lado da história”, o que não é contado nos media convencionais e contribui para a formação dos leitores do ponto de vista político e ideológico», acrescenta o dirigente.
«O Avante! ajuda a formar quadros, porque obriga a ir ao confronto. Nas vendas, precisamos de confrontar as pessoas com as nossas propostas. É importante saber em que meio estamos e procurar aquele artigo que vem no jornal para o destacar à pessoa a que nos dirigimos», explica. E há pessoas que compram só por saber que há um tema ou uma notícia naquele número que lhe interessa. «Por exemplo, as organizações dos jovens trabalhadores vendiam especialmente bem os Avantes em que se falava mais sobre o pacote laboral», diz Pedro Silva.
Novos contactos
As organizações do Porto, de Beja e de Santarém são as que vendem mais jornais. Na criação da estrutura, foram definidas prioridades, consoante a concentração de mão-de-obra juvenil e os sectores determinantes na região. «É uma forma de responsabilizar camaradas, porque é preciso definir quem vai buscar os jornais e discutir colectivamente como é que se vão vender», afirma Pedro Silva.
«O Avante – para além do seu conteúdo – já está feito. Precisamos é de o vender, de pôr as pessoas a falar umas com as outras para ver quais são as melhores maneiras de vender... Isto potencia outras coisas, como falar com mais gente, organizarmo-nos melhor, reunirmo-nos em torno de questões concretas, estar mais nas empresas e junto dos jovens trabalhadores», adianta.
Precisamente, a estrutura de venda do Avante! surge da necessidade de potenciar novos contactos e de abordar pessoas que possam aderir ao projecto da JCP. «Esta é uma tarefa em que é importante responsabilizar e descentralizar. Se conseguirmos concretizá-la, vamos ter frutos e a organização vai crescer. É uma tarefa “miudinha”, mas nós precisamos que seja assim para nos fortalecermos, criarmos mais colectivos e conhecermos melhor os problemas das empresas. A venda do Avante! potencia muitas vezes a conversa sobre os problemas dos jovens. É também uma forma de ficarmos com contactos», conclui.
«As vendas variam consoante os sítios e a disponibilidade dos colectivos. Nestas semanas, algumas organizações já perceberam que têm capacidade para vender mais jornais. O que salta à vista é que há mais vendas nos locais com mais população e com mais pessoas a vender», explica Catarina Guimarães, responsável nacional pela estrutura.
Pedro Silva, da Direcção da JCP, adianta que «há uma questão determinante: quando a gente vai, a gente vende. Quando nos preparamos para vender, vendemos. No Barreiro, só a organização do ensino secundário vende uma média de 70 Avantes por semana, embora não esteja constituída estrutura de venda.»
Estratégias
Catarina Guimarães e Pedro Silva não hesitam em afirmar que o Avante! facilita o trabalho da JCP. «Em primeiro lugar, é uma maneira de comunicar as nossas ideias», afirma a responsável. Por outro lado, «ajuda a conhecer o “outro lado da história”, o que não é contado nos media convencionais e contribui para a formação dos leitores do ponto de vista político e ideológico», acrescenta o dirigente.
«O Avante! ajuda a formar quadros, porque obriga a ir ao confronto. Nas vendas, precisamos de confrontar as pessoas com as nossas propostas. É importante saber em que meio estamos e procurar aquele artigo que vem no jornal para o destacar à pessoa a que nos dirigimos», explica. E há pessoas que compram só por saber que há um tema ou uma notícia naquele número que lhe interessa. «Por exemplo, as organizações dos jovens trabalhadores vendiam especialmente bem os Avantes em que se falava mais sobre o pacote laboral», diz Pedro Silva.
Novos contactos
As organizações do Porto, de Beja e de Santarém são as que vendem mais jornais. Na criação da estrutura, foram definidas prioridades, consoante a concentração de mão-de-obra juvenil e os sectores determinantes na região. «É uma forma de responsabilizar camaradas, porque é preciso definir quem vai buscar os jornais e discutir colectivamente como é que se vão vender», afirma Pedro Silva.
«O Avante – para além do seu conteúdo – já está feito. Precisamos é de o vender, de pôr as pessoas a falar umas com as outras para ver quais são as melhores maneiras de vender... Isto potencia outras coisas, como falar com mais gente, organizarmo-nos melhor, reunirmo-nos em torno de questões concretas, estar mais nas empresas e junto dos jovens trabalhadores», adianta.
Precisamente, a estrutura de venda do Avante! surge da necessidade de potenciar novos contactos e de abordar pessoas que possam aderir ao projecto da JCP. «Esta é uma tarefa em que é importante responsabilizar e descentralizar. Se conseguirmos concretizá-la, vamos ter frutos e a organização vai crescer. É uma tarefa “miudinha”, mas nós precisamos que seja assim para nos fortalecermos, criarmos mais colectivos e conhecermos melhor os problemas das empresas. A venda do Avante! potencia muitas vezes a conversa sobre os problemas dos jovens. É também uma forma de ficarmos com contactos», conclui.